Fotografia do "Rio Cávado, no Gerês"

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Mosteiro de Alcobaça - Túmulos de D. Pedro e de D. Inês de Castro






A Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça, também conhecida como Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, é uma das obras-primas da arquitectura e história Portuguesa, classificada pela UNESCO como Património Mundial, considerada mesmo uma das mais importantes abadias Cistercienses
Europeias.
Doada pelo primeiro rei Português, D. Afonso Henriques, a Bernardo de Claraval, as obras de construção da Abadia iniciaram-se em 1178, sendo a primeira obra verdadeiramente em estilo Gótico, erguida em solo português. Os seus traços gerais enquadram-se no rigor, austeridade e pureza das formas construtivas do espírito de S. Bernardo, que se devotava à oração, penitência, renúncia aos bens materiais e trabalho manual, em constante comunidade e no mais absoluto silêncio.

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D. Pedro e D. Inês de Castro

O príncipe D. Pedro (1320-1367), casado com D. Constança Manuel, perde-se de amores por uma das aias de sua mulher, a castelhana Inês de Castro. Após a morte de D. Constança, o rei assume publicamente o seu amor por D. Inês, passando a viver maritalmente com esta, nascendo desta relação três filhos. A relação foi condenada pelo pai de D. Pedro, o rei D. Afonso IV, condenando à morte, em 1335, D. Inês, por alegada traição ao reino.
Após subir ao trono D. Pedro I levou a cabo a missão de vingança, condenando com violência todos os culpados e envolvidos na morte da sua amada, decretando também D. Inês como rainha de Portugal.
D. Pedro ordenou a construção do seu túmulo e da sua amada, transladando os restos mortais de D. Inês para o Mosteiro de Alcobaça, constituindo hoje uma das maiores esculturas tumulares da Idade Média no País.
O Rei determinou no seu testamento que, aquando a sua morte, os túmulos deveriam ser colocados de modo a que no dia do juízo final, quando os dois apaixonados ressuscitassem, se olhassem olhos nos olhos.
Hoje em dia estes túmulos são visitados por muitos apaixonados, muitos no próprio dia do casamento, dizendo-se que quem jura fidelidade a este amor, vê a eternidade do seu próprio.


Fonte: GUIA DA CIDADE
http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&artid=13791&distritoid=10




quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Batalha de Aljubarrota - Centro de Interpretação


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O Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota é um projecto que inclui a remodelação quase total do antigo Museu Militar de São Jorge, instalado no Campo de São Jorge, onde se travou a Batalha de Aljubarrota, entre portugueses e castelhanos, em 14 de Agosto de 1385.

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O Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota está localizado na povoação de São Jorge, freguesia de Calvaria de Cima, concelho de Porto de Mós, distrito de Leiria.


Fonte: Guia da Cidade
http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=artigos.index&artid=19082&distritoid=10#






segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mosteiro da Batalha

Prosseguindo viagem... (o diário)



O Convento de Santa Maria da Vitória (mais conhecido como Mosteiro da Batalha[1]) situa-se na Batalha, Portugal, e foi mandado edificar por D. João I[2] como agradecimento à Virgem Maria pela vitória na Batalha de Aljubarrota.[2]
Este mosteiro dominicano foi construido ao longo de dois séculos, desde o início em 1386 até cerca de 1517, ao longo do reinado de sete reis de Portugal, embora desde 1388 já ali vivessem os primeiros dominicanos.
Exemplo da arquitectura gótica tardia portuguesa, ou estilo manuelino, é considerado património mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal[3].
Em Portugal, o IPPAR ainda classifica-o como Monumento Nacional, desde 1910.