terça-feira, 28 de outubro de 2008

2008 - Gerês da minha alma! (3)

Da mata de Albergaria a Vilarinho das Furnas e Campo do Gerês



Um último poema de Miguel Torga escrito no "Gerez" a 25 de Agosto de 1942

"Água"
Água a correr na fonte.
Uma quimera líquida que sai
Das entranhas do monte
A saber ao mistério que lá vai ...
Pura,
Branca, inodora e fria,
Cai numa pedra dura
E desfaz o mistério."




8 comentários:

  1. Não hei-de eu gostar do Torga, se amo as águas e as pedras!
    Boa noite.

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  2. Olá Lucy tens um selo lá no meu blogue.Beijinhos.

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  3. As fotos são deslumbrantes. Parabéns, Lucy.

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  4. Olá Lucy

    Fabulosa a foto do blog, não reconheço a sala, mas é linda!

    Não sei se vou dizer asneira, mas parece-me o Gerês em pleno Outono será? A luz, a cor de fogo... como disse o nosso poeta e não quer ser acusada de plagio, mas arrisco...as fotos são deslumbrantes!

    E o Torga...ai o Torga, que se aninha na minha alma!

    Beijinho, minha amiga

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  5. E...a beleza do focinho do cavalo?! E... a alegria de ser pela fidalga cavalgado? E...Bom, já é tarde, vou prá deita, prá cabana... pensar se bou ou não botar...E...

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  6. Obrigada, amigos, pelas mensagens e elogios.

    Edurado,
    Sei da tua preferência por Torga e, não fosses tu o Poeta das Águas, como te baptizou a nossa moira Ausenda.

    Ausenda,
    A foto que encabeça o blogue é do salão nobre do Teatro Circo, em Braga.

    Fátima,
    Muito agradecida pelo selo, não tenho por hábito guardá-lo no blog.

    Beijinhos a todos e passem uma noite feliz.
    Até amanhã.
    Lucy

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  7. Lá estou eu com o 'Eldorado' - livra, Eduardo!!! :)))

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  8. Pois, esqueci-me, Ausenda, as fotos foram sim tiradas no passado Outono - nota-se bem pelas cores das árvores.

    Estou a 're-postar' o Gerês de Outubro/2008.


    São as saudades, amiga!

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