Fotografia do "Rio Cávado, no Gerês"

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sábado, 20 de agosto de 2011

Porto Sandeman


Uma visita às caves do vinho do Porto "Sandeman" - um vinho bem português.

Um brinde à Eva e ao Manuel!

Agosto de 2011:






 
George Sandeman começou o negócio a partir do Tom´s Coffe House em Londres, especializando-se em Vinho do Porto e Xerez.
Desde então, sete gerações da mesma família têm-se dedicado à produção e envelhecimento dos melhores vinhos do Porto. Em 1790 distribuiu o que é reconhecido como o primeiro e verdadeiro Porto Vintage - Sandeman 1790. 
Em 1805, Sandeman arrendou o nº 20 de St. Swithin´s Lane, próximo do Banco de Inglaterra, na Cidade de Londres, mantendo-se ali sede da companhia até 1969.
Esta casa tem o privilégio de possuir "O Museu do Vinho do Porto Sandeman" que é presentemente o único do género em Portugal.

http://circuitos.cityrama.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=154&Itemid=261&lang=pt




quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Porto Ribeirinho...

Um passeio de Domingo pela Ribeira do Porto e de Gaia é sempre um tempo bem passado.
Se, ainda, continuarmos pela marginal até à Foz e ao Castelo do Queijo, ainda melhor.

Recordando um encontro de «amigos açoreanos» - Agosto 2011:

domingo, 13 de março de 2011

GERAÇÕES À RASCA - Corações ao Alto!


Eu e a minha Flor de Lótus a erguer bem alto os nossos corações...



Nem são precisas palavras, os cartazes e a multidão dizem tudo!
O cheiro a Abril esteve no ar... o povo foi ordeiro, unido na sua diferença.
Tudo saíu à rua... o Povo, o menino e o cão.
As gerações misturaram-se num protesto único contra a precariedade da vida.
Estamos todos precários em tudo!
"Uns vivem na fartura e outros pagam a factura" - estalavam os cartazes pelo ar...
Ansiamos todos por um País justo e equilibrado, onde a Humanidade salte do Coração... erradicando a diferença social.
"O Povo Amigo não precisa de Partido" - um dos slogans gritados e que fará todo o sentido se o povo se mantiver unido.
Que o CORAÇÃO possa cantar bem ALTO!

Porto, 12 de Março de 2011



domingo, 7 de novembro de 2010

Viajando na Memória... até ao Porto (2008)

Num tempo em que a mudança não pára, há que recolher as imagens que ainda restam da nossa adolescência e juventude. O Porto onde vivi e estudei durante sete anos...

E, ainda, o Porto que resta na minha memória... da Estação de S. Bento até à Ribeira e percorrendo toda a baixa da Cidade Invicta.


domingo, 26 de setembro de 2010

Praia do Castelo do Queijo - Porto

MAR PORTUGUÊS

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!


Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.


Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.


Fernando Pessoa


"Momento de meditação em tarde soalheira de Domingo"


quarta-feira, 24 de março de 2010

Morre lentamente quem não viaja - sobrevoando Portugal

"Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»

Pablo Neruda

(Agradeço o envio deste belo poema à minha amiga Helena Aguiar)



domingo, 31 de janeiro de 2010

4 VOZES PARA 100 ANOS DE REPÚBLICA




 Ontem pelas 22h, no Coliseu do Porto assisti ao concerto do RUI VELOSO, em que ele CONVIDA PEDRO ABRUNHOSA, RUI REININHO E SÉRGIO GODINHO.

E foi por esta ordem que eles entraram em palco, com uma audiência que superlotou o Coliseu do Porto. Rui Veloso inicia o espectáculo dando voz a um "Porto Sentido", fazendo com que a assistência fizesse eco e se juntasse à sua voz, antecipando-se mesmo no refrão. Foi um grande impulso num Porto mesmo sentido e que fez com que vibrasse uma energia 'bem em alta frequência' e se prolongasse até ao final do espectáculo.

A juntar-se a ele vieram os outros 3 'cromos' do Porto - como ele próprio definiu os amigos de estrada...

Pedro Abrunhosa todo estiloso, vestindo uma t-shirt turquesa, todo ele a dar nas vistas (por isso é que usa sempre os óculos de sol, para não se ofuscar quando se vê ao espelho). Encantou e pôs todos a cantar: "Socorro, estou apaixonado... é impossível resistir a tanto charme!" Mas quem foi que te perdeu... Pedro?

Depois vem aquele 'poste' do Rui Reininho, que de certeza tem microfones feitos à sua altura. "Bem bom!” foi com esta canção que iniciou a sua actuação. Não lhe faltou a "pronúncia do norte" nem o "vamos viajar sem sair do lugar... vamos naufragar e morrermos a rir...". (Ainda hei-de tirar a letra desta canção espectacular)

E por fim, o meu favorito, Sérgio Godinho, cantando com um brilhozinho na alma: "Olá cidade do Porto, a lágrima ao canto do olho, estava fechada há que tempos, com um ferrolho... Ai, eu estive quase morto no deserto e o Porto aqui tão perto..." e de certeza que este foi "o primeiro dia do resto da sua vida".

Um espectáculo bem animado onde não faltaram as 'estrelas do céu' do Chico Fininho a reinar com o Godinho, o Pedrinho e o Reininho... naquela voz inconfundível de quem tem todo o tempo do mundo para encantar.

E aconteceram os duetos, os tercetos, até chegarem ao quarteto.

Como os 'encores' não terminavam nunca - ainda vieram animar a populaça com os telefonemas que fizeram à Etelvina, à Isaura, à Olga... e ao domingo ficaram de folga.

E porque já era domingo, 31 de Janeiro (acabou o concerto à 1h da manhã - bem bom!), dia em que foi proclamada a República Portuguesa, e porque lá andaram os avós do Sérgio Godinho, as 4 vozes entraram mais uma vez em palco cantando o Hino Nacional.

Foi um momento solene a que toda a gente aderiu, numa unidade de patriotas a elevarem e a sentirem a Voz de seus egrégios avós (que há-de levar-nos à Vitória!).

Lá do fundo, das galerias do Coliseu, foram estas as fotos possíveis do concerto.
Janeiro 2010

sábado, 2 de janeiro de 2010

Livraria Lello - Porto

Falhas de leitura

O mundo é o espelho das nossas falhas de leitura,
da nossa quase cegueira total.

“Saber ler” requer mais do que a descodificação de símbolos,
não chega saber toda a conjugação do alfabeto,
será antes “a leitura” que aprendemos desde o berço,
no rosto de todos os que nos rodeiam!

Cada um de nós é um livro exposto em cada gesto ou expressão.

O mundo é o conjunto de todos os nossos rostos.
...
E eu... sonho saber ler... através de olhitos de crianças,
de conversas de leituras - não só de livros -,
de rostos que se espelham à minha volta.

- Nas leituras que afinal me pertencem porque me encontro em cada uma delas,

- na tentativa ansiosa de sair deste círculo de ferro,

- do querer despertar no silêncio da flauta,

- no saber libertar a minha alma
                                           quando aprender a ler... a olhar-me no meu espelho.

Lucília Ramos



Livraria Lello, no Porto

É considerada a terceira mais bela do mundo.
O jornal inglês chama-lhe “divina”.
“É um motivo de orgulho para os Portugueses, e aumenta as nossas responsabilidades», diz Antero Braga, proprietário da Lello, depois de saber e de a ir visitar fiquei com o conhecimento que a livraria é uma referência a nível mundial.
No entanto, o terceiro lugar sabe a pouco: construída de raiz não conheço nenhuma tão bonita.
Fundada em 1906, a Livraria Lello, estende-se por dois andares, mantém a traça original.
O edifício, projectado por Xavier Esteves, foi construído de raiz em estilo neogótico. Surpreende, a quem ali entra, a escadaria circular, as enormes estantes iluminadas pela suave luz da clarabóia.
É um património arquitetónico maravilhoso.
Nas estantes e bancas existem cerca de «120 mil títulos diferentes». E em várias línguas, porque parte substancial dos clientes da casa chega do estrangeiro.
A pensar nos turistas, que têm a Lello como lugar de passagem no roteiro do Porto, «temos obras traduzidas, em várias línguas, de escritores portugueses».
Ao contrário das outras casas, graças ao público internacional, a Lello não apresenta quebra de vendas durante os meses de Verão.
http://nelaparadelafuturbrain.blogspot.com/2009/01/visita-biblioteca-almeida-garrett.html


Fonte: Portefólio Reflexivo de Aprendizagem