Fotografia do "Rio Cávado, no Gerês"

domingo, 16 de agosto de 2009

Férias em família - PNPG

Passeio pedestre: Campo do Gerês / Junceda - PNPG

Photos Marc Huberty:

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Gerês - Julho 2009

Ao sabor do vento...

I - Rio Caldo, Campo do Gerês, Vilarinho das Furnas

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O Castelo das Paixões nas Terras de Lanhoso


Castelo de Lanhoso

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Castelo de Lanhoso, também referido como Castelo de Póvoa de Lanhoso, localiza-se na freguesia de Póvoa de Lanhoso, concelho de mesmo nome, distrito de Braga, em Portugal.
Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito granítico do país -, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, a condessa Teresa de Leão, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).


A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso apresenta o espectáculo "Castelo de Paixões", com texto e encenação de Moncho Rodriguez, todas as sextas-feiras dos meses de Julho e Agosto, pelas 21h30 no Castelo de Lanhoso.
"Dona Urraca apoiada pelo Bispo galego Gelmirez, cerca o Castelo de Lanhoso onde se refugiará Teresa de León. Não havia outra alternativa, as forças de Urraca, bem mais numerosas, obrigaram a mãe de Afonso Henriques utilizar como único refugio o pequeno Castelo de Lanhoso. Aqui começa a lenda, que acabo de inventar e até pode ser verdade. O mensageiro, arauto de Dona Urraca, que se chamava BRITES, ao chegar ao Castelo de Lanhoso, com a missão de anunciar o cerco do Castelo, teve uma visão que parecia um sinal enviado por forças ocultas na noite. Uma jovem mulher, radiante como uma estrela, apareceu na sua frente. Cego pela beleza da jovem donzela, Brites não viu que ela era apenas um duende da noite, uma figura encantada, um espírito que pairava no ar. Aproximou-se e perguntou o seu nome e uma voz como de um anjo respondeu: "Sou ANA". Em seguida desapareceu. (...)"

Assim começa a história que estreou no dia 6 de Julho, no espaço envolvente e no Castelo de Lanhoso.

Desde a primeira cena, o espectador é convidado a entrar no universo do fabuloso. Envolto por imagens onde se misturam as linguagens da ópera, do teatro, do cinema, da música e da dança, são transportados para o interior do Castelo junto com os protagonistas, para se defenderem do cerco imposto por Dona Urraca.

Vivências numa noite de magia e ilusão teatral: a guerra, a vitória, o degredo, conduzidos pela narrativa da saga poética de dois jovens amantes, ANA e BRITES, seres do universo do encantamento, guardiães da memória e do mistério, que encontraram no Castelo de Lanhoso o palco para a sua trágica história de amor.

Dois séculos de história, lendas e invenções, acontecem numa noite de magia teatral. Da responsabilidade do pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, este é um espectáculo onde os protagonistas do universo do fabuloso dialogam com personagens da história real, entrelaçando memórias inventadas, imagens da fantasia, com factos registados na história do reino de Portugal.

São 10 as oportunidades de relembrar a história do Castelo de Lanhoso e a história de Portugal, assistindo a uma espectacular encenação teatral.

BILHETES À VENDA no POSTO DE TURISMO DA PÓVOA DE LANHOSO


No Domingo passado, andei por estas terras de Lanhoso e Fontarcada, matando saudades de meus antepassados, que habitaram por estas terras: