Fotografia do "Rio Cávado, no Gerês"

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

"Marcha Mundial pela Paz e Não Violência"

Famalicão antecipa chegada da Marcha pela Paz e a Não-Violência


Cerca de duas mil pessoas participaram ontem nas diversas iniciativas organizadas na cidade de Famalicão a propósito da Marcha Mundial pela Paz e a Não-Violência. Esta Marcha chegará a Portugal no próximo dia 3 de Novembro, e passará por Famalicão no dia 4, mas a cidade quis aproveitar o fim de semana para convidar os famalicenses a unir-se a esta causa.
Pressenza International press agency:


«A Associação Grucamo, Grupo de Caminheiros de Montanha, sediada em Seide S. Miguel, Conselho de Vila Nova de Famalicão, em colaboração com a ONG (Organização Não Governamental), Mundo sem Guerras, que há 15 anos trabalha no campo do pacifismo e da não violência, vai promover em Vila Nova de Famalicão, a "Marcha Mundial pela Paz e Não Violência".


Esta Marcha começará na Nova Zelândia no dia 2 de Outubro de 2009, aniversário do nascimento de Gandhi e declarado pelas Nações Unidas "Dia Internacional da Não Violência". Terminará na cordilheira dos Andes (Punta de Vacas, Aconcágua, Argentina) no dia 02 de Janeiro de 2010.

À sua passagem pelas cidades serão realizadas fóruns, encontros, festivais, conferências e eventos desportivos, culturaus, sociais, musicais, artísticos, educativos, etc...


Para um melhor acompanhamento e informações visite www.marchamundial.org / www.theworldmarch.org/»
Informação tirada neste site:


«Ao todo dez cidades portuguesas juntam-se, a partir desta terça-feira, à "Marcha pela Paz e Não-Violência", num apelo ao desarmamento que conta com a participação de mais de um milhão de pessoas em todo o mundo.
Portugal é um dos 103 países que a Marcha vai percorrer e é também aquele onde serão atravessadas mais cidades, afirmou o Coordenador da Rota Galiza-Portugal, Emílio Rubio.


O percurso português tem início em Valença do Minho, na terça-feira, depois segue-se Viana do Castelo e Braga, Famalicão, Porto, Aveiro, Vouzela, Viseu, Coimbra, Tavira e Lisboa.»

Informação tirada no site:






E ainda, o Sarau cultural na Fundação Cupertino de Miranda:

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Leiria - Castelo


O Castelo de Leiria foi mandado construir por D. Afonso Henriques, como forma de estabelecer uma linha defensiva contra os árabes, mas as suas guerras com a Galiza fizeram com que os árabes aproveitassem a deslocação dos exércitos do Condado Portucalense para o norte, para, por duas vezes, conseguirem apoderar-se de Leiria.

Em 1142, depois de reconquistar definitiva Leiria, D. Afonso Henriques, mandou reforçar a as defesas do castelo e D. Sancho I, já por volta de 1195, mandou erguer as muralhas da cidade.

A importância desta cidade foi crescendo, tornando-se palco de actos importantes, como a reunião das primeiras cortes, convocadas por D. Afonso III, foi residência de D. Dinis e da rainha Santa Isabel, nova reunião de cortes no reinado de D. Fernando e D. João I, celebra ali o casamento do seu filho D. Afonso, e também lançou os trabalhos de construção do novo Paço da Rainha.


Fonte: GUIA DA CIDADE


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Nazaré - a lenda...


Lenda da Nazaré
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_da_Nazar%C3%A9




Conta a Lenda da Nazaré que na manhã de 14 de Setembro de 1182, D. Fuas Roupinho, alcaide do castelo de Porto de Mós, caçava, nas suas terras junto ao litoral, quando avistou um veado, que de imediato começou a perseguir. De súbito, surgiu um denso nevoeiro que se levantava do mar. O veado (na versão popular, uma materialização do demónio) dirigiu-se para o topo de uma falésia. D. Fuas, no meio do nevoeiro, isolou-se dos seus companheiros. Quando se deu conta de estar no topo da falésia, à beira do precipício, em perigo de morte, reconheceu o local. Estava mesmo ao lado de uma gruta na qual se venerava uma imagem de nossa Senhora a amamentar o Menino. Rogou então, num grito desesperado, à Virgem Maria: Senhora, Valei-me!. Imediata e milagrosamente o cavalo estacou fincando as patas no bico rochoso suspenso sobre o vazio, o Bico do Milagre, salvando-se assim o cavaleiro e a sua montada da morte certa que adviria de uma queda de mais de cem metros.

D. Fuas desceu à gruta para agradecer o milagre e de seguida mandou os seus companheiros chamar pedreiros para construirem sobre a gruta, em memória do milagre, uma pequena capela, a Capela da Memória, para ali ser exposta à veneração dos fiéis a milagrosa imagem. D. Fuas permaneceu no sítio do milagre até a obra da capela estar concluída. Antes de entaiparem a gruta, os pedreiros,desfizeram o altar ali existente e encontraram um cofre em marfim, contendo algumas relíquias e um pergaminho no qual se relatava a história da pequena imagem esculpida em madeira, representando uma Virgem Negra sentada a amamentar o Menino.