Fotografia do "Rio Cávado, no Gerês"

domingo, 14 de novembro de 2010

Rio Douro - de ouro o anel...

Recordando...
Quando não tenho viajado por aí... rebobino até uma das postagens mais antigas.
Este mau tempo impede-me de partir à aventura, descobrindo novas paisagens, aromas deste Portugal que ainda tem muito para me mostrar.
E, depois, o Eduardo Aleixo ao falar-me do Douro deu-me vontade de o revisitar.
Aqui vai, amigo!

O rio Douro (Duero, em castelhano) é um rio que nasce em Espanha, na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión), a 2.080 metros de altitude e atravessa o norte de Portugal. A foz do Douro é junto às cidades do Porto e Vila Nova de Gaia. Tem 927 km de comprimento. Este é o segundo maior rio da Península Ibérica.

Há duas versões para a origem do seu nome. Uma delas diz que, nas encostas escarpadas, um rio banhava margens secas e inóspitas. Nele rolavam, noutros tempos, brilhantes pedrinhas que se descobriu serem de ouro. Daí o nome dado a este rio: Douro (de + ouro). Já outra versão diz que o nome do rio deriva do latim durius, ou seja, 'duro', atestando bem a dureza dos seus contornos tortuosos, e das paisagens que atravessa, nomeadamente as altas escarpas das Arribas do Douro, no trecho Internacional do rio, entre Miranda do Douro e Barca d'Alva (Figueira de Castelo Rodrigo). A derivação por via popular do seu nome sugere romanticamente uma ligação a "Rio de Ouro (D'ouro)", mas tal não tem aderência histórica.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Douro

Alguns afluentes do Rio Douro: Rio Tâmega (dir.); Rio Côa (esq.) ; Rio Tua (dir.) ; Rio Cabrum (esq.) ; Rio Pinhão (dir.)




De Trás-os-Montes até à Foz - no Porto, desaguando no Oceano Atlântico - De barco, de comboio, ou de automóvel - um percurso a não perder!
RIO DOURO

Rio Douro
De ouro o anel
Anel de Saturno
Saturno planeta
Planeta solar
Solar do Marquês
Marquês de Pombal
Pombal das pombas
Pombas da paz
Paz e amor
Amor ao próximo
Próximo comboio
Comboio a vapor
Vapor de água
Água com peixes
Peixes do rio
Rio Douro.

Poemas da Mentira e da Verdade, de Luísa Ducla Soares
http://www.app.pt/nte/luisads/mentiraverdade.htm#RIO%20DOURO


domingo, 7 de novembro de 2010

Viajando na Memória... até ao Porto (2008)

Num tempo em que a mudança não pára, há que recolher as imagens que ainda restam da nossa adolescência e juventude. O Porto onde vivi e estudei durante sete anos...

E, ainda, o Porto que resta na minha memória... da Estação de S. Bento até à Ribeira e percorrendo toda a baixa da Cidade Invicta.


domingo, 31 de outubro de 2010

Perante Deus e a morte...

"Somente onde há sepulturas há também ressurreições"


(Nietzsche)


"Quero fazer os poemas das coisas materiais,


pois imagino que esses hão de ser

os poemas mais espirituais.

E farei os poemas do meu corpo

E do que há de mortal.

Pois acredito que eles me trarão

Os poemas da alma e da imortalidade."


E à raça humana eu digo:

-Não seja curiosa a respeito de Deus,

pois eu sou curioso sobre todas as coisas

e não sou curioso a respeito de Deus.

Não há palavra capaz de dizer

Quanto eu me sinto em paz

Perante Deus e a morte.

Escuto e vejo Deus em todos os objetos,

Embora de Deus mesmo eu não entenda

Nem um pouquinho...


Ora, quem acha que um milagre alguma coisa demais?

Por mim, de nada sei que não sejam milagres...


Cada momento de luz ou de treva

É para mim um milagre,

Milagre cada polegada cúbica de espaço,

Cada metro quadrado de superfície

Da terra está cheio de milagres

E cada pedaço do seu interior

Está apinhado de milagres.


O mar é para mim um milagre sem fim:

Os peixes nadando, as pedras,

O movimento das ondas,

Os navios que vão com homens dentro


- existirão milagres mais estranhos?"

(Walt Whitmann)