Fotografia do "Rio Cávado, no Gerês"

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Leiria - Castelo


O Castelo de Leiria foi mandado construir por D. Afonso Henriques, como forma de estabelecer uma linha defensiva contra os árabes, mas as suas guerras com a Galiza fizeram com que os árabes aproveitassem a deslocação dos exércitos do Condado Portucalense para o norte, para, por duas vezes, conseguirem apoderar-se de Leiria.

Em 1142, depois de reconquistar definitiva Leiria, D. Afonso Henriques, mandou reforçar a as defesas do castelo e D. Sancho I, já por volta de 1195, mandou erguer as muralhas da cidade.

A importância desta cidade foi crescendo, tornando-se palco de actos importantes, como a reunião das primeiras cortes, convocadas por D. Afonso III, foi residência de D. Dinis e da rainha Santa Isabel, nova reunião de cortes no reinado de D. Fernando e D. João I, celebra ali o casamento do seu filho D. Afonso, e também lançou os trabalhos de construção do novo Paço da Rainha.


Fonte: GUIA DA CIDADE


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Nazaré - a lenda...


Lenda da Nazaré
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_da_Nazar%C3%A9




Conta a Lenda da Nazaré que na manhã de 14 de Setembro de 1182, D. Fuas Roupinho, alcaide do castelo de Porto de Mós, caçava, nas suas terras junto ao litoral, quando avistou um veado, que de imediato começou a perseguir. De súbito, surgiu um denso nevoeiro que se levantava do mar. O veado (na versão popular, uma materialização do demónio) dirigiu-se para o topo de uma falésia. D. Fuas, no meio do nevoeiro, isolou-se dos seus companheiros. Quando se deu conta de estar no topo da falésia, à beira do precipício, em perigo de morte, reconheceu o local. Estava mesmo ao lado de uma gruta na qual se venerava uma imagem de nossa Senhora a amamentar o Menino. Rogou então, num grito desesperado, à Virgem Maria: Senhora, Valei-me!. Imediata e milagrosamente o cavalo estacou fincando as patas no bico rochoso suspenso sobre o vazio, o Bico do Milagre, salvando-se assim o cavaleiro e a sua montada da morte certa que adviria de uma queda de mais de cem metros.

D. Fuas desceu à gruta para agradecer o milagre e de seguida mandou os seus companheiros chamar pedreiros para construirem sobre a gruta, em memória do milagre, uma pequena capela, a Capela da Memória, para ali ser exposta à veneração dos fiéis a milagrosa imagem. D. Fuas permaneceu no sítio do milagre até a obra da capela estar concluída. Antes de entaiparem a gruta, os pedreiros,desfizeram o altar ali existente e encontraram um cofre em marfim, contendo algumas relíquias e um pergaminho no qual se relatava a história da pequena imagem esculpida em madeira, representando uma Virgem Negra sentada a amamentar o Menino.


sábado, 24 de outubro de 2009

S. Martinho do Porto

E continuando viagem... até S. Martinho do Porto.

Uma breve estadia em Alfeizerão, numa casa onde Salazar já passou férias - segundo a recepcionista da Pousada da Juventude.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Mosteiro de Alcobaça - Túmulos de D. Pedro e de D. Inês de Castro






A Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça, também conhecida como Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, é uma das obras-primas da arquitectura e história Portuguesa, classificada pela UNESCO como Património Mundial, considerada mesmo uma das mais importantes abadias Cistercienses
Europeias.
Doada pelo primeiro rei Português, D. Afonso Henriques, a Bernardo de Claraval, as obras de construção da Abadia iniciaram-se em 1178, sendo a primeira obra verdadeiramente em estilo Gótico, erguida em solo português. Os seus traços gerais enquadram-se no rigor, austeridade e pureza das formas construtivas do espírito de S. Bernardo, que se devotava à oração, penitência, renúncia aos bens materiais e trabalho manual, em constante comunidade e no mais absoluto silêncio.

(...)

D. Pedro e D. Inês de Castro

O príncipe D. Pedro (1320-1367), casado com D. Constança Manuel, perde-se de amores por uma das aias de sua mulher, a castelhana Inês de Castro. Após a morte de D. Constança, o rei assume publicamente o seu amor por D. Inês, passando a viver maritalmente com esta, nascendo desta relação três filhos. A relação foi condenada pelo pai de D. Pedro, o rei D. Afonso IV, condenando à morte, em 1335, D. Inês, por alegada traição ao reino.
Após subir ao trono D. Pedro I levou a cabo a missão de vingança, condenando com violência todos os culpados e envolvidos na morte da sua amada, decretando também D. Inês como rainha de Portugal.
D. Pedro ordenou a construção do seu túmulo e da sua amada, transladando os restos mortais de D. Inês para o Mosteiro de Alcobaça, constituindo hoje uma das maiores esculturas tumulares da Idade Média no País.
O Rei determinou no seu testamento que, aquando a sua morte, os túmulos deveriam ser colocados de modo a que no dia do juízo final, quando os dois apaixonados ressuscitassem, se olhassem olhos nos olhos.
Hoje em dia estes túmulos são visitados por muitos apaixonados, muitos no próprio dia do casamento, dizendo-se que quem jura fidelidade a este amor, vê a eternidade do seu próprio.


Fonte: GUIA DA CIDADE
http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&artid=13791&distritoid=10




quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Batalha de Aljubarrota - Centro de Interpretação


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O Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota é um projecto que inclui a remodelação quase total do antigo Museu Militar de São Jorge, instalado no Campo de São Jorge, onde se travou a Batalha de Aljubarrota, entre portugueses e castelhanos, em 14 de Agosto de 1385.

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O Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota está localizado na povoação de São Jorge, freguesia de Calvaria de Cima, concelho de Porto de Mós, distrito de Leiria.


Fonte: Guia da Cidade
http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=artigos.index&artid=19082&distritoid=10#






segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mosteiro da Batalha

Prosseguindo viagem... (o diário)



O Convento de Santa Maria da Vitória (mais conhecido como Mosteiro da Batalha[1]) situa-se na Batalha, Portugal, e foi mandado edificar por D. João I[2] como agradecimento à Virgem Maria pela vitória na Batalha de Aljubarrota.[2]
Este mosteiro dominicano foi construido ao longo de dois séculos, desde o início em 1386 até cerca de 1517, ao longo do reinado de sete reis de Portugal, embora desde 1388 já ali vivessem os primeiros dominicanos.
Exemplo da arquitectura gótica tardia portuguesa, ou estilo manuelino, é considerado património mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal[3].
Em Portugal, o IPPAR ainda classifica-o como Monumento Nacional, desde 1910.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

De Porto de Mós a Alvados


Diário de uma viagem...

De Fátima até Porto de Mós e passagem para Alvados, onde pernoitei na Pousada da Juventude. Um lugar magnífico e solitário na serra. Uma Pousada novinha e confortável só para quem gosta de sossego, longe da 'confusão' de Fátima!

Nos arredores, o Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros e as grutas de Alvados, Santo António e Mira de Aire...