Fotografia do "Rio Cávado, no Gerês"

terça-feira, 28 de outubro de 2008

2008 - Gerês da minha alma! (3)

Da mata de Albergaria a Vilarinho das Furnas e Campo do Gerês



Um último poema de Miguel Torga escrito no "Gerez" a 25 de Agosto de 1942

"Água"
Água a correr na fonte.
Uma quimera líquida que sai
Das entranhas do monte
A saber ao mistério que lá vai ...
Pura,
Branca, inodora e fria,
Cai numa pedra dura
E desfaz o mistério."




8 comentários:

Eduardo Aleixo disse...

Não hei-de eu gostar do Torga, se amo as águas e as pedras!
Boa noite.

Maria de Fátima disse...

Olá Lucy tens um selo lá no meu blogue.Beijinhos.

Eduardo Aleixo disse...

As fotos são deslumbrantes. Parabéns, Lucy.

utopia das palavras disse...

Olá Lucy

Fabulosa a foto do blog, não reconheço a sala, mas é linda!

Não sei se vou dizer asneira, mas parece-me o Gerês em pleno Outono será? A luz, a cor de fogo... como disse o nosso poeta e não quer ser acusada de plagio, mas arrisco...as fotos são deslumbrantes!

E o Torga...ai o Torga, que se aninha na minha alma!

Beijinho, minha amiga

Eduardo Aleixo disse...

E...a beleza do focinho do cavalo?! E... a alegria de ser pela fidalga cavalgado? E...Bom, já é tarde, vou prá deita, prá cabana... pensar se bou ou não botar...E...

Lucília Ramos disse...

Obrigada, amigos, pelas mensagens e elogios.

Edurado,
Sei da tua preferência por Torga e, não fosses tu o Poeta das Águas, como te baptizou a nossa moira Ausenda.

Ausenda,
A foto que encabeça o blogue é do salão nobre do Teatro Circo, em Braga.

Fátima,
Muito agradecida pelo selo, não tenho por hábito guardá-lo no blog.

Beijinhos a todos e passem uma noite feliz.
Até amanhã.
Lucy

Lucília Ramos disse...

Lá estou eu com o 'Eldorado' - livra, Eduardo!!! :)))

Lucília Ramos disse...

Pois, esqueci-me, Ausenda, as fotos foram sim tiradas no passado Outono - nota-se bem pelas cores das árvores.

Estou a 're-postar' o Gerês de Outubro/2008.


São as saudades, amiga!