Fotografia do "Rio Cávado, no Gerês"

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A Casa do Gaiato - Paço de Sousa


"As Casas do Gaiato nasceram da intuição, da necessidade sentida por Padre Américo Monteiro de Aguiar, visitador dos pobres e dos bairros degradados."









































A finalidade de cada Casa do Gaiato é acolher, educar e integrar na sociedade crianças e jovens que, por qualquer motivo, se viram privados de meio familiar normal.

No dizer do fundador, P. Américo Monteiro de Aguiar, " somos a família para os que não têm família".

A população média de cada Casa do Gaiato é de 150 rapazes distribuídos pelas diferentes idades desde o nascimento até cerca dos 25 anos.

São Instituições totalmente particulares vivendo dia a dia o risco evangélico da solidariedade humana.

Aceita Voluntariado a tempo inteiro e também a tempo parcial. Neste caso pede-se que sejam pessoas totalmente disponíveis para as crianças e jovens, com sentido de maternidade e paternidade. Naturalmente que será útil terem conhecimentos de pedagogia e psicologia.

Quanto aos funcionários são exigidas as qualificações para que são contratados.

As actividades de cada casa são sempre orientadas para a realização dos fins em vista proporcionando aquilo que é melhor para o desenvolvimento de cada rapaz: saúde, alimentação, estudos, formação profissional, emprego, férias, tempos livres, cultura...


O Padre Américo - PAI AMÉRICO - cujo nome completo é Américo Monteiro de Aguiar, foi o oitavo filho dum família cristã. Nasceu em 23 de Outubro de 1887 na freguesia de Galegos, concelho de Penafiel.
(...)
Dedica-se ao apostolado da Caridade nos tugúriosde famílias em dificuldades. Visita hospitais e cadeias.
(...)
Da trilogia-- Casas do Gaiato, Património dos Pobres, Calvário--adiante se informará.
(...)
A morte surgiu no Hospital Geral de Santo António, do Porto, a 16 de Julho de 1956 (aos 68 anos), em consequência dum desastre de automóvel em S. Martinho do Campo, Valongo, no regresso duma viagem ao sul do País.
Foi exumado a 15 de Julho de 1961, no cemitério paroquial de Paço de Sousa, e trasladado no dia 17 para a Capela da Casa do Gaiato de Paço de Sousa, onde jaz em campa rasa- como fora seu desejo.








19 comentários:

Agulheta disse...

Olá Lucy.Parabéns pelo tema tratado aqui,hoje em dia existe poucos,padre Américo? de caracter nobre e sublime para a grande obra criada.
Amiga gostaria de ir a Famalicão! mas este sabado não posso,ficará para um dia e gostarei muito de te conhecer,obrigada.
Beijinho bfs

Maria de Fátima disse...

Olá Lucy esta é uma obra muito importante para estes jovens rapazes abandonados pelas famílias de origem.Conheço o Mosteiro de Paço de Sousa, aliás uma prima minha casou-se lá.O meu falecido avô paterno trabalhou na Casa do Gaiato de Paço de Sousa e chegou a conhecer muito bem o Padre Américo.Beijinhos e bom fim de semana.

Eduardo Aleixo disse...

Boa noite, amiga. Mais uma vez o teu blogue me foi, para além de belo, útil.Belo, pelas imagens: uma coisa é conhecer, outra é ver. Conheço há anos a boa Obra deste Padre, assim como da Casa do Gaiato. Mas é bom ver as imagens. É, de facto, uma Obra de Amor. E se a integração dos jovens é efectiva, o que acredito, louvo, porque coisa difícil. Se os jovens são felizes na Casa do Gaiato, só por obra de Amor e de Conhecimento psico-pedagógico. Com a repressão, nunca. Obrigado, querida amiga. Agora vou-me deitar que estou um pouco cansado. Olha, faço-te um pedido: se tiveres uma foto de rio, de águas limpas, águas em movimento, envia-me, com a urgência possível, para ilustrar postagem minha.Podia pedir-te, como aliás, faço, por email. Mas a mim não me importa: sou como as águas, transparente, alentejano, sou irmão da planície, dos espaços desimpedidos.Não tenho nada a esconder. O Padre Américo havia de gostar desta maneira de ser Anti-vírus. Dorme bem e sonha com anjos.

Vieira Calado disse...

Olá, bom dia!

É com muito gosto que informo
que coloquei o endereço do seu blog,
(onde colocou um poema meu)

em nova postagem, no meu blog.

Muito obrigado.

Lucília Ramos disse...

Olá Lisa,

Fica para outra vez a tua vinda aqui. Ou, até pode ser em Guimarães, quando te disponibilizares em dar uma voltinha comigo no teleférico da Penha. Sempre é bom termos uma bombeira por perto!!!

Beijinho

Lucília Ramos disse...

Fátima,
Então a menina conhece bem Paço de Sousa. Diz lá se não é um local bem tranquilo, onde se respira muita paz? Deve ser dos fluidos de Egas Moniz, grande patriota!

Beijinho

Lucília Ramos disse...

Viera Calado,

Agradecida pela referência.

Um abraço

Lucília Ramos disse...

Eduardo,

Caso estranho!? Agora 'esqueci-me de ti' - passaste fora das vistas. Deve ser por eu ter mudado de Lucy para o meu nome de baptismo.

Sabias que o Padre Américo foi canonizado? Pois foi! Grande homem, daqueles que já não se fazem!

Já te mandei as fotos límpidas e transparentes como o rio que nelas vês.

Até logo.

Vieira Calado disse...

Olá, amiga!

Quanto ao poema pode "roubar" quando quiser.

Mas, por favor avise-me, tá bem?

Beijinhos

mariamstar disse...

Olá! Música linda...:)

Lucília Ramos disse...

Farei questão de o avisar, Vieira Calado.

Beijinhos

Lucília Ramos disse...

Mariamstar,

O teu cheiro vem de longe... anda no ar.

Te encontrarei.
Beijo

mariamstar disse...

Amiga, apaguei o blog. Ando mal das "vistas", tensão alta e tudo, não dá para isto. Quando ficar boa talvez volte. Guardei as tuas explicações sobre colocar música, obrigada, nunca falhas.
Um abraço tão profundo!...
Mas se apaguei como é que a mariamstar aparece ali? Vou experimentar

mariamstar disse...

Porquê que continua ainda a mariamstar com a imagem e tudo? É por isso que gosto destas coisas de informática: têm muitos mistérios :)

mariamstar disse...

Bem, se calhar não apaguei...

Lucília Ramos disse...

Mariam,

Já me aconteceu o mesmo. A gente apaga e fica lá sempre o registo do perfil, acho que isso não se apaga. Bem, pelo menos podes ir vendo quantas vezes te visitam, mesmo sem blog.

Quando precisares de ajuda estou cá.

Beijo
Lucy

Manuel-António disse...

Como antigo gaiato (e sempre gaiato, digo eu, apesar dos quase 60 anos, pois não seria o cidadão inquieto e socialmente integrado que hoje sou – e quadro superior de reconhecido mérito na edp até ter optado em Março último passar à situação de pré-reforma -, se não tivesse sido educado na Casa do Gaiato, ainda hoje a minha família de referência, se tivesse continuado um pequeno vadio das ruas do meu Porto, cidade que trago na memória apesar da vida me
ter empurrado para Lisboa),
deixo o meu testemunho de gratidão à Lucy por esta singela homenagem à Obra da Rua e ao nosso Pai Américo, no momento em que rejubilo e fico feliz com a atribuição do Prémio Gulbenkian Educação à Obra da Rua, que embora tardiamente, reconhece o seu trabalho e dedicação em prole das crianças mais carenciadas e releva a actualidade da pedagogia pró-activa nosso Pai Américo que faz do rapaz o próprio sujeito da sua educação.
Lamento apenas que a comunicação social, tão célere em noticiar de forma sensacionalista pequenos erros ocorridos na Casa do Gaiato, seja tão envergonhada e discreta em noticiar a atribuição deste prémio Gulbenkian da Educação!

Lucília Ramos disse...

Manuel António,

Gostei imenso de ler o seu comentário. Que bom conhecer alguém que já percorreu estes caminhos.

Já carreguei no seu nome para o 'visitar', mas parece que a sua 'casa' está fechada.

Fico feliz por saber que a tão digna Obra tenha sido atribuído um prémio. Realmente os noticiários só se ocupam de más notícias e para o que engrandece um povo... deixam em nota de rodapé.

Passe sempre, gostei de o ter por cá.

Um abraço,
Lucy

Anónimo disse...

ola o meu nome e nuno jose tristao nascimmento fui bactizado na casa do gaiato e gostaria de reencontrar meu padrinho e madrinha k nao veijo ha bastantes anos eles sao da familia mendes se alguem souber algo deles por favor contacte-me meu mail e: nuno_kevin@hotmail.com obrigada