Fotografia do "Rio Cávado, no Gerês"

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Quando o amor anda no mar...



Enlaça-me a ti num abraço
como se fôssemos um só
aperta-me a ti com um laço
prende-me a ti com um nó.
Se desapertas o laço
que me prende a ti com um nó
podes crer que o faço
dou ao laço mais um nó.
Aperta-me a ti com um laço
como se fôssemos um só
desfaz o nó, desfaz o laço
que já cego está o nó.


Carlos d' Estrufe
in Poemas 5 Inquietações (Vila Nova Famalicão 2005)

Carlos d' Estrufe, pseudónimo de José Carlos Moreira Serra, nasceu na Póvoa de Varzim em 2 de Agosto de 1947. Vive actualmente no concelho de Vila Nova de Famalicão.

Engenheiro Técnico - Electromecânico (por formação);
Professor do Departamento de Matemática do Ensino Básico (por vocação);
Agricultor (por tradição); 
Poeta (por paixão).

Fotos: Póvoa de Varzim, Fevereiro de 2010

4 comentários:

S disse...

Lindo! Gostei de tudo, do poema, das imagens, do coração de diamante... Da música, sempre.

De manhã não estava a imagem do cabeçalho.

Agora vou ver o almoço, é abrótea, coze(cose?) num instante. Veio do mar...:)

Beijo, estou está muito sol e muito frio brrrr

Lucília Ramos disse...

Querida S.

Vou cozer bacalhau com todos... que não são muitos.

Grande beijo voando nas asas da gaivota.

Agulheta disse...

Querida Lucy.Lindas as imagens da Povoa ao som da música do mar taõa nosso,daquele que só os Portugueses sabem difinar a saudade e o amor nele contido,adorei.
Beijinho e tudo de bom bfs Lisa

Eduardo Aleixo disse...

Lindo o poema, linda a música, lindo o coração no areal.
Parabéns ao poeta, ao mar e à música.
E à Lucy.
E a vocês, minhas sempre queridas e livres e doces...gaivotas.
Bom fim de semana.